Cesul
Faculdade de Direito Francisco Beltrão

Uma agradável experiência sensorial para a comunidade acadêmica do Cesul

Plantas, flores e ervas aromáticas de distintas espécies, o som que lembra uma cachoeira, a água fresca, as diferentes texturas onde os pés podem pisar, o canto dos pássaros e um visual paradisíaco. Dá para relaxar a mente só de imaginar um ambiente com todos estes elementos. E é justamente um espaço como este que passou a integrar a estrutura educacional do Centro Sulamericano de Ensino Superior (Cesul), de Francisco Beltrão, com acesso disponível para toda comunidade acadêmica.

O projeto atende a uma solicitação feita pelos próprios alunos da instituição ao CPA e, segundo Eliane Cristina "Tina" Urio, idealizadora do projeto, cumpre com a filosofia de atuação da instituição, "permeada pelas questões ambientais e pelo desenvolvimento sustentável, com o objetivo maior de conscientização dos alunos, colaboradores, corpo docente e comunidade na importância da preservação, instigando a observação da natureza, entendendo cada processo dela comparado com as nossas atitudes".

O novo espaço foi aberto ao público na noite de quinta-feira, 19, e o primeiro a experimentar as sensações do Jardim Sensorial foi o professor-dr. Carlos Alberto Gallo, avaliador do Ministério da Educação (MEC) que esteve no Cesul durante três dias para as avaliações rotineiras feitas pelo ministério. Segundo ele, foi uma agradável surpresa tal iniciativa. "Faço avaliações de instituições em todo o Brasil e na América Latina e nunca vi nada assim tão inovador. É extremamente relaxante, muito construtivo, um espaço ímpar", elogiou. 

Um trajeto de sensações
Logo na chegada ao jardim, uma placa explica a intenção do projeto e a importância dos elementos água, terra, fogo e ar para a vida. "Quando falamos da natureza, inevitavelmente identificamos os quatro elementos como parte integrante da sua estrutura e os reflexos dos vários planos de existência do ser humano. Por meio da união entre os quatro elementos, resulta o quinto, o equilíbrio, o éter da vida, que deve ser encontrado por cada um de nós em todos os níveis da nossa existência para que possamos alcançar a verdadeira paz e felicidade", justifica Tina Urio. 

O percurso deve ser realizado de pés descalços. O visitante primeiramente anda por um pequeno tanque de água, sentindo a água molhar os pés e também o som dela, sentindo a textura de diversas plantas espalhadas pelo espaço. Na sequência, os pés passam por diferentes texturas, como pedras, seixos, bamboo, arenitos, grama e madeira. "A ideia é proporcionar essa experiência manifestada pelos cinco sentidos do corpo humano, que são o tato, audição, visão, olfato e paladar", explica Tina. 

Ao final do percurso, a mensagem do Jardim Sensorial é que o visitante adquira "a paciência da terra, a pureza da água, a força do fogo, a justiça do vento e o equilíbrio da vida". 

Data: 2018-04-24      Fonte: Assessoria
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