Cesul
Faculdade de Direito Francisco Beltrão

Acadêmicos de Direito do Cesul visitam Apac, em Barracão

Neste mês de maio, dia 8, 60 alunos do 5º período de Direito do Cesul – Centro Sulamericano de Ensino Superior – acompanhados pelo professor Luiz Carlos D´Agostini, coordenador do Núcleo de Práticas Jurídicas da Instituição (Emaj), realizaram uma visita orientada à Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado), em Barracão. “Foi muito proveitosa essa visita para os nossos acadêmicos. Eles já tinham visitado a penitenciária em Francisco Beltrão e em Barracão puderam conhecer outra forma de cumprir a pena. O Cesul realiza essas visitas para que os alunos entendam na prática o que é estudado, conheçam diversas realidades e tornem-se melhores profissionais”, comenta D´Agostini.
O professor enfatiza que hoje a Apac tem 38 presos e o que chama atenção é a forma como tais apenados cumprem a pena: direcionada para a ressocialização. “Os alunos puderam perceber a forma de cumprir pena, haja vista. tratar-se de um local com regras, com estrutura ideal e segura que o preso precisa. O que vimos lá foi uma instituição muito bem organizada os presos possuem horários, há os regimes abertos e semiabertos, das 6 da manhã às 20 horas eles têm toda uma rotina a ser seguida, trabalho interno e externo, além do mais os próprios presos administram o local. Fazem trabalho de artesanato, crochê, tricô, materiais sanitários, entre outros. Há horários determinados para cada atividade, existe conselho disciplinar. O lema deles é: ‘Ninguém é irrecuperável’.”
Segundo informação, o índice que ressocialização é de 90%. 

Conhecendo as realidades
A acadêmica Joseane Loff Carraro descreve o quanto importante foi realizar as duas visitas técnicas. “Sem dúvida a visita na Apac foi um divisor de águas, pois em um curto período nós visitamos a Penitenciária e a Apac. Realmente, há um abismo enorme entre esses dois institutos. A Apac vê o lado humano das pessoas e a Penitenciária é só um depósito de gente. Ir lá foi realmente uma luz no fim do túnel sobre o sistema penal brasileiro, pois há valorização do ser humano que, claro, cometeu um erro, mas quer mudar de vida. Eles oportunizam a mudança de vida priorizando a família”.
Com opinião semelhante, a acadêmica Eloísa Borghelott acrescenta. “Experiência fascinante e esperançosa. O sujeito senta no banco dos réus com uma pena perpétua: o preconceito. Lá, na Apac, a sensação é totalmente contrária, é a consciência dos recuperandos da dimensão do delito praticado. É a vontade de recuperar-se, é uma questão de humanização. Uma das frases que mais me impactou foi: ‘Aqui entra o homem, o delito fica lá fora’. Isso mostra nitidamente o resgate de valores, evitando, assim, que eles sejam novamente levados pelo mundo do crime. Lá se cumpre exatamente o que a sanção penal objetiva: pagar pelo delito cometido e ressocializar o indivíduo”.

Data: 2018-05-14      Fonte: Assessoria
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